sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Tentando ''poemar''

Fazendeiro

Sou fazendeiro sonhando
cultivo a paciência,
rego a felicidade,
planto a tolerância.

Quando as compras vou
procuro coloridas sementes
as quais esta terra nunca usou
pois de mentiras criamos nossas mentes

Sou fazendeiro humilde,
teria uma terra para cultivar
se meu sonho não estivesse
para acabar.

Guilherme B. de Oliveira

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Paródia da "canção do exílio"

Canto de nossa pátria


Minha terra tem feridas
onde grita o popular
as aves daqui, não
voam sobre o mar

Nosso céu tem mais enxofre
nosso campos têm mais fedor
onde todos que aqui sofrem
convivem com a dor

Minha terra tem odores
dos quais intoxicam o ar
lá privam os prazeres
minha terra tem feridas
onde grita o popular

Deus permita ouvir
a voz do popular
para daqui até Jerusalém, ir
sem que tenha que me exilar
onde não canta o sabiá,
nem o popular.

Guilherme B. de Oliveira