sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O Zéfiro contra Titãs e Deuses

Escrevo hoje com extrema felicidade. Uma felicidade que parece não caber dentro de mim, talvez por isso eu esteja escrevendo, escrevendo para passá-la para a tela, ou quem sabe até passá-la para você... Não estou celebrando a futilidade, a ignorância que eu presencio todos os dias, a armargura presente nas palavras mal ditas, naquelas palavras ditas apenas para ferir alguém.
Mas sim, celebro a minha felicidade, felicidade de estar vivo, de ter AMIGOS, de sentir as palavras como sinto a faca tocar minha carne. A felicidade leve que sinto nesse momento parece que me transforma no vento, sim o poderoso Zéfiro, parece que nada temo ou que nada me derrubará, apenas irei crescer e fortalecer-me com cada obstáculo, com cada desvio que sofro...
Cheguei a um momento em que não consigo mais... Não consigo mais não criticar ou não amar meus amigos e falar para todos, ou apenas para aqueles que aqui frequentam, o quanto amo eles e o quanto o nosso mundo está se encaminhando para o Apocalipse... Sim, bem pesado, mas a minha felicidade está ao meu lado, e como um cavalheiro eu cavalgo rumo a salvação ou a destruição, não importa qual seja o fim, eu lutarei por aquilo que acredito e por aquilo que amo. E sabe porque? Porque sou Zéfiro, O Vento do Oeste, nenhum Titã irá me impedir, nenhum Deus nem que seja Zeus, sabe porque? Porque ao meu lado corre um poderoso guerreiro, como Aquiles, ao meu lado corre a felicidade, seja ela da amizade ou seja ela de sentir-me vivo. Não importa, ela ainda é a FELICIDADE.
E sabe o que mais, com a poderosa espada que conquistei, como a Excalibur, a espada que ao me cortar, eu que sou Zéfiro, define em mim palavras, sinta as palavras que saem de mim. Um corte, pus, uma ferida, irá cicatrizar... Mesmo que não cicatrize, que esse corte tenha feito com que eu perca um membro, a PALAVRA ainda estará escrita, pronunciada, e há duas coisas que nunca voltam, a flecha lançada e a palavra dita. Faço de minhas palavras, de minha pele, de meu corpo, de minha mente, faço disso apenas uma coisa, apenas a felicidade. No final, só existirá o amor, e do amor tenho duas coisas, AMIZADE e FELICIDADE !

Nestes desvareios que aqui escrevo, tento expressar o que sinto, o que penso, se você não gosta, apenas leia, se não suporta a idéia de eu poder neste esapço aqui te criticar, ou declarar o amor que corre em minhas veias, não volte mais aqui, mas caso mude de idéia, será sempre bem-vindo... Afinal o bom Filho a Casa retorna.

Sinta as palavras, sinta a felicidade, seja o amor... Para que possas compreender o que aqui escrevo!


G-u-i.

2 comentários:

Anônimo disse...

Lindo o seu texto, Gui. Perfeito!! Quero que saiba que, sim, essa felicidade pode ser passada para os outros, pelo menos posso citar-me como um exemplo. É extremamente prazeroso ler você. Tentar entender uma pessoa exige sempre cautela, mas é, também, uma grande oportunidade, principalmente tratando-se de você. Desejar sua felicidade é uma honra, e você a merece incondicionalmente. Um grande abraço, meu velho-atual-futuro-sempre-amigo-irmão!!

Mônica Z® Rosa disse...

Talvez o texto mais maduro...falando de alegria com o mesmo peso da dor, e desta com o mesmo entusiasmo daquela...texto forte, sincero, franco...texto que me nocauteou...Excalibur me cortando da cabeça aos pés, tingindo meu apocalipse de escarlate...
Vai ser extremamente dificil ficar sem vocês, sem você Gui...sem as suas interferências sempre tão capazes e pertinentes.
Sem a sua docilidade amarga, sem a sua resposta BLADE, sem a sua presença zéfiro amado...tão cedo sempre tão maduro, de um sorriso sincero, de hálito franco que faz celebrar a vida como verdadeira e o amor como possível...
meu aluno...
meu zéfiro...
meu amigo!!!
Belissímo texto celebram as minhas lágrimas compartilhando da FELICIDADE ter ter amigos, de ter Guilherme...vida e vida!!!
Bravissímo!!!